Love, Amor, Liebe, L'amour...

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    Engraçado como o ser humano tem uma quantidade excessiva de amor e ao mesmo também uma quantidade excassa do mesmo. O ser humano diante de uma situação amorosa é extremamente cuidadoso e cauteloso, até mesmo para aqueles que são não "profissionais". Por exemplo: um garoto que é altamente apaixonativo (popularmente dizendo, é aquele que se apaixona fácil), diante de seu primeiro encontro se sente apertado, chocado e fica acima de tudo prestando atenção em pequenos detalhes. Se for num restaurante, ele tenta arrumar os talheres da companheira, fica escolhendo por duas horas a refeição certa... e tudo isso antes mesmo dela chegar. Se for em casa, ele arruma sua casa o quanto antes possível para deixar tudo nos conformes e por assim vai. Mas meu ponto não é por aqui. Aonde quero chegar é um pouco mais além, é quando ele pensa: "Será que ela me ama do mesmo jeito que eu a amo?". As vezes isso domina nosso corpo e nos faz ficar um tanto quanto tristes e pensativos por um bom tempo, principalmente quando somos daquele tipo que ama incondicionalmente, mas querendo que o próximo nos ame do mesmo jeito. Um exemplo que posso dar é o filme Legião, que conta sobre quando Deus perde a fé nos homens e, ao invés de mandar um dilúvio pela primeira vez que perder a fé nos homens, faz com que anjos dominem os corpos dos humanos e faz com que eles virem uma espécie de zumbis. A única salvação é o bebê que está para nascer de uma garçonete. Agora vem aonde quero chegar: no filme, há um personagem que ama muito ela, seu nome é Jeep. Ele a ama incondicionalmente mesmo sabendo que ela carrega um bebê que não é dele, e sabendo que ela nunca poderá amá-lo do mesmo jeito que ele a ama. Já aconteceu isso uma vez comigo, e posso afirmar que não foi muito bom. Como já disse anteriormente, você ama muito, mas tem medo da pessoa não te amar do mesmo jeito, ou até mesmo sabe que ela não te ama do mesmo jeito... o que pode ser ainda pior, a não ser que você seja daquelas meninas que idolatram ao extremo esses colírios capricho...
    Passei esse feriado em Bertioga, e como a internet não é lá aquelas coisas, não pude postar antes. Passei o meu tempo todo ou jogando videogame, ou conversando com a família, o que é extremamente tediante para um adolescente de quatorze anos altamente viciado e pouco dependente de tecnologia, ou precisando de alguem por perto... alguem como um colega, um amigo, ou até uma namorada... o que me traz mais falta hoje.

      Se você que está lendo concorda com esse post, já passou por isso, ou se identifica em alguma parte... junte-se ao clube.
Abraços

                        OBS: O autor do post (eu) escreveu basicamente como foi suas experiências, reações e afins. Ou seja, são fatos reais, passados por mim.

Comments (2)

Eu tinha comentado errado, mas pois bem:
Meninas passam por tudo isso, e esse conflito de 'dou, mas será que recebo?' é uma coisa pela qual every single human being tem que passar. :\ infelizmente, digo.

Concordo em cada gênero, número e grau =/

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