Por que ficamos tristonhos?
| Se for pesquisar, procure por: #porra, amigos, chatos, sem graça, tristeza |
Perante ao título, você pode certamente dizer que ficamos tristes por que perdemos algum ente querido, perdemos algum namorado ou o que seja, algum objeto de valor pessoal... mas o que quero dizer é que o que nos torna realmente tristes, somos nós mesmos.
Essa semana comecei a assistir uma série da Fox: Glee. Muita gente diz que essa série é para gays, ou bichas... você entendeu: os seres humanos que torcem pro outro time. Mas essa série é extremamente comovente, de certo ponto. Mas enfim... eu comecei a assistir essa série, e desde então comecei a me apegar a série. Eu até que me identifiquei com um personagem, o Finn. Não que ele tenha a mesma vida que eu, mas é que identifico em certos pontos. Por exemplo: ele é bom cantor, eu me considero bom cantor quando eu me inspiro, mas na sala de aula eu canto mal para que ninguem queira me ouvir cantando, tenho vergonha (assim como o Finn). Ele acha que engravidou sua namorada, mas na verdade o melhor amigo dele que engravidou, e comigo foi assim: eu comecei a ficar com uma menina, e eu todo bobão achei que ela me amava e tals, mas eu era apenas distração. O Finn está no time de futebol e/ou basquete para construir popularidade, eu frequentava os treinos de futebol para construir popularidade, mas só aumentava minha fama como nerd da turma fracassado.
Glee me fez ver minha vida de um outro modo. Eu parei de ver o mundo como um lugar que é só preciso ter relacionamentos e ir bem na escola que você está feliz. Agora eu vejo o mundo na realidade. Que é preciso vê-lo como uma espécie de jaula com uma lista de deveres para poder abri-la, que incluem ter estudo, atitude, dedicação, responsabilidade, saúde e até menos timidez.
Mas fugindo de Glee e voltando ao centro do tema. O ser humano as vezes não sabe o por que está triste, simplesmente está triste. Pelo que vejo em séries, as mulheres quando entram em depressão profunda começam a virar chocólatras, bebem; se escondem no quarto, apagam a luz, colocam uma música extremamente triste e começam a cantá-la e chorar ao mesmo tempo. Enquanto os homens, apenas vão assistir TV, ou saem com os amigos pra distrair, o que os/nos torna extremamente patéticos, por que parece que nunca atingimos um grau de tristeza. Até que chegou essa semana. Eu simplesmente não sabia por que eu estava tristonho. Na escola eu não tenho muito contato com todos, principalmente com meninas; fico escutando a musica "Lonely Day - da banda System of a Down", enquanto faço os exercícios; chego em casa, ligo o PC, jogo Call of Duty Modern Warfare 2 enquanto escuto "Don't Stop Believing - versão Glee", depois eu saio, vou dormir, depois eu entro no msn (o que é curioso, por que tenho um pouco mais de 300 pessoas, mas converso com menos de 15); tento blogar mas não vem nada na cabeça para postar, e então começo a assistir episódios online de Glee (as vezes até canto as músicas que eu conheço). Até que então eu vou tentar dormir, mas me reviro, reviro e reviro até que duas horas após o ato de deitar na cama, eu finalmente pego no sono, e só depois de mais duas horas eu realmente durmo. E então começa outro dia e a mesma rotina se repete. As vezes começo a pensar em arranjar uma namorada, ou criar um amigo imaginário. Mas aí eu penso o quanto uma namorada seria irritante, no ponto de querer falar sobre ela também, e o quanto um amigo imaginário sentiria a mesma coisa que eu, por que... ele sou eu... e então eu desabafo aqui no blog mesmo.
Abraços
Essa semana comecei a assistir uma série da Fox: Glee. Muita gente diz que essa série é para gays, ou bichas... você entendeu: os seres humanos que torcem pro outro time. Mas essa série é extremamente comovente, de certo ponto. Mas enfim... eu comecei a assistir essa série, e desde então comecei a me apegar a série. Eu até que me identifiquei com um personagem, o Finn. Não que ele tenha a mesma vida que eu, mas é que identifico em certos pontos. Por exemplo: ele é bom cantor, eu me considero bom cantor quando eu me inspiro, mas na sala de aula eu canto mal para que ninguem queira me ouvir cantando, tenho vergonha (assim como o Finn). Ele acha que engravidou sua namorada, mas na verdade o melhor amigo dele que engravidou, e comigo foi assim: eu comecei a ficar com uma menina, e eu todo bobão achei que ela me amava e tals, mas eu era apenas distração. O Finn está no time de futebol e/ou basquete para construir popularidade, eu frequentava os treinos de futebol para construir popularidade, mas só aumentava minha fama como nerd da turma fracassado.
Glee me fez ver minha vida de um outro modo. Eu parei de ver o mundo como um lugar que é só preciso ter relacionamentos e ir bem na escola que você está feliz. Agora eu vejo o mundo na realidade. Que é preciso vê-lo como uma espécie de jaula com uma lista de deveres para poder abri-la, que incluem ter estudo, atitude, dedicação, responsabilidade, saúde e até menos timidez.
Mas fugindo de Glee e voltando ao centro do tema. O ser humano as vezes não sabe o por que está triste, simplesmente está triste. Pelo que vejo em séries, as mulheres quando entram em depressão profunda começam a virar chocólatras, bebem; se escondem no quarto, apagam a luz, colocam uma música extremamente triste e começam a cantá-la e chorar ao mesmo tempo. Enquanto os homens, apenas vão assistir TV, ou saem com os amigos pra distrair, o que os/nos torna extremamente patéticos, por que parece que nunca atingimos um grau de tristeza. Até que chegou essa semana. Eu simplesmente não sabia por que eu estava tristonho. Na escola eu não tenho muito contato com todos, principalmente com meninas; fico escutando a musica "Lonely Day - da banda System of a Down", enquanto faço os exercícios; chego em casa, ligo o PC, jogo Call of Duty Modern Warfare 2 enquanto escuto "Don't Stop Believing - versão Glee", depois eu saio, vou dormir, depois eu entro no msn (o que é curioso, por que tenho um pouco mais de 300 pessoas, mas converso com menos de 15); tento blogar mas não vem nada na cabeça para postar, e então começo a assistir episódios online de Glee (as vezes até canto as músicas que eu conheço). Até que então eu vou tentar dormir, mas me reviro, reviro e reviro até que duas horas após o ato de deitar na cama, eu finalmente pego no sono, e só depois de mais duas horas eu realmente durmo. E então começa outro dia e a mesma rotina se repete. As vezes começo a pensar em arranjar uma namorada, ou criar um amigo imaginário. Mas aí eu penso o quanto uma namorada seria irritante, no ponto de querer falar sobre ela também, e o quanto um amigo imaginário sentiria a mesma coisa que eu, por que... ele sou eu... e então eu desabafo aqui no blog mesmo.
Abraços
Comments (0)
Postar um comentário