Perdoar é Arte, Não Ser Considerado Faz Parte
| Se for pesquisar, procure por: amigos, André. O melhor, chatos, filhos da puta, legais, raiva |
Não sei se eu ja postei algo sobre isso anteriormente, mas eu estava com preguiça de reler esse blog inteiro. Então, se caso eu ja postei, que sirva de repostagem. Mas então, comecemos o post no próximo parágrafo.
Eu sempre fui uma pessoa um tanto quanto carinhosa e gentil com as outras. Desde quando eu era pequeno, eu fui muito chegado ao meu primo, Arthur. Ele quase sempre dormia aqui em casa e a gente zoava até tarde no videogame ou no computador, brincávamos na casa da nossa avó, saíamos para Lan Houses jogar Counter-Strike toda segunda-feira depois do Inglês dele, e uma das últimas façanhas que fizemos que fazemos até hoje, é jogar RPG. Talvez amanhã ele jogue o nosso ilustre Tibia, junto comigo e com o Pedro, mas é só talvez, haha. Mas então, voltando um pouco ao assunto. Na casa da nossa avó tem um computador lá em cima, no 2º andar da casa, e a gente costumava revesar uma hora e meia cada para usar. E sempre quando tinha festa, quando era vez do Arthur e saía o almoço ou sobremesa, que seja, eu levava pra ele. Bom, o post não é falando sobre a minha vida com o Arthur (apesar d'eu poder fazer um, mas não vem ao caso), mas essas breves linhas podem servir como introdução para o post.
Sempre que uma pessoa pedia algo para mim, eu fazia. Mas desde que estivesse ao meu alcance, claro. Algo como, pegar um copo d'agua, um suco, comprar algo pra ela, e etc... e eu todo bobo, faço, sem pensar se a pessoa pode algum dia retribuir meu favor. E é aí que eu me engano, eu não penso nisso e acabo me dando mal. A pessoa raramente retribui meu favor, e quando eu peço um, ela cobra depois e nem lembra daquele que eu fiz para ela. Lembro-me bem de uma cena no acampamento em janeiro, que uma menina pediu para eu pegar um suco para ela, e eu fui todo pirilampico e peguei, pra depois ela nao falar nada e quase fazer como se eu fosse obrigado a dar pra ela, pff.
Outro caso curioso relacionado e um tanto quanto chato, é o fato d'eu sempre passar lição para quem não fez na escola, sempre. E quando eu não passo, me chamam de regulado e ficam bravos comigo o resto do dia. Eu também tenho uma capacidade consideravelmente alta de perdoar as pessoas, mesmo quando ela que deve me perdoar. Eu me sinto um tanto quanto mal, e peço perdão as vezes de um modo meio exagerado, o que faz a pessoa ficar ainda mais brava/triste, e talvez se aproveitar da ocasião. Uma vez na aula de Ed. Física eu acertei sem querer a bola na parte íntima do Victor, o fortão da classe. E como era de prever, o mesmo ficou me xingando altas horas. Eu fiquei tipo "Ah?". Ele ficou muito bravo comigo, apesar dele nem ter demonstrado dor. E eu fiquei chato de tanto de pedir perdão, e ele me mando tomar no orifício anal.
Eu sempre fui uma pessoa um tanto quanto carinhosa e gentil com as outras. Desde quando eu era pequeno, eu fui muito chegado ao meu primo, Arthur. Ele quase sempre dormia aqui em casa e a gente zoava até tarde no videogame ou no computador, brincávamos na casa da nossa avó, saíamos para Lan Houses jogar Counter-Strike toda segunda-feira depois do Inglês dele, e uma das últimas façanhas que fizemos que fazemos até hoje, é jogar RPG. Talvez amanhã ele jogue o nosso ilustre Tibia, junto comigo e com o Pedro, mas é só talvez, haha. Mas então, voltando um pouco ao assunto. Na casa da nossa avó tem um computador lá em cima, no 2º andar da casa, e a gente costumava revesar uma hora e meia cada para usar. E sempre quando tinha festa, quando era vez do Arthur e saía o almoço ou sobremesa, que seja, eu levava pra ele. Bom, o post não é falando sobre a minha vida com o Arthur (apesar d'eu poder fazer um, mas não vem ao caso), mas essas breves linhas podem servir como introdução para o post.
Sempre que uma pessoa pedia algo para mim, eu fazia. Mas desde que estivesse ao meu alcance, claro. Algo como, pegar um copo d'agua, um suco, comprar algo pra ela, e etc... e eu todo bobo, faço, sem pensar se a pessoa pode algum dia retribuir meu favor. E é aí que eu me engano, eu não penso nisso e acabo me dando mal. A pessoa raramente retribui meu favor, e quando eu peço um, ela cobra depois e nem lembra daquele que eu fiz para ela. Lembro-me bem de uma cena no acampamento em janeiro, que uma menina pediu para eu pegar um suco para ela, e eu fui todo pirilampico e peguei, pra depois ela nao falar nada e quase fazer como se eu fosse obrigado a dar pra ela, pff.
Outro caso curioso relacionado e um tanto quanto chato, é o fato d'eu sempre passar lição para quem não fez na escola, sempre. E quando eu não passo, me chamam de regulado e ficam bravos comigo o resto do dia. Eu também tenho uma capacidade consideravelmente alta de perdoar as pessoas, mesmo quando ela que deve me perdoar. Eu me sinto um tanto quanto mal, e peço perdão as vezes de um modo meio exagerado, o que faz a pessoa ficar ainda mais brava/triste, e talvez se aproveitar da ocasião. Uma vez na aula de Ed. Física eu acertei sem querer a bola na parte íntima do Victor, o fortão da classe. E como era de prever, o mesmo ficou me xingando altas horas. Eu fiquei tipo "Ah?". Ele ficou muito bravo comigo, apesar dele nem ter demonstrado dor. E eu fiquei chato de tanto de pedir perdão, e ele me mando tomar no orifício anal.
"O erro de um soldado é nunca esquecer seu capitão, pois um dia ele não fará o mesmo"
Abraços
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